Meditar com Bienh. J.M Emilie de Villeneuve por buscar uma mudança

“Père c’est pour Dieu que je vous quitte, je vais servir les pauvres”( Bienh..J.M. Emilie de Villeneuve)

Ela nos ensina re-criar o comprometimento de Jesus com os excluidos e emprobecidos na luta contra sua pobreza em favor da vida e da libertação.

Ela nos ensina dar centralidade à misericordia e à ternura porque são elas que salvam a vida e o amor e revelam o caminho por uma experiência de Deus.

Ela nos faz meditar que Cristo sofreu e morreu na luta contra as causas objetivas que geravam e ainda geram sofrimento e morte. Sua paixão foi vivida subjetivamente como amor aos seres humanos e, implicava uma proposta de mudança de atitudes pessoais e a redifinição das relações sociais consagradas naquele tempo.  Por isso é uma paixão redentora e fonte de vida nova revelada na ressureição.  Ele é o Vivente e o Ressuscitado porque Deus mostrou que ser crucificado por causa da identificação com os oprimidos e os pobres deste mundo tem um sentido último, tão ligado à vida que não pode ser tragado pela morte.

Deus é a Fonte do amor, porque Deus é amor (ljo 4,8.16)

Deus chama ao amor porque o ser humano é criado e vocacionado para amar e ser amado.

Nos somos vocacionados a viver o Plano de Amor que o próprio Deus deseja realizar em nós e pela nossa mediação.

Vivemos o foco da sintonia com Deus, com o proximo e com o nosso centro vital. È essencial na vida humana viver o amor, viver no amor e ser fiel à lei do amor. È a nossa chamada por ir no meio de pobres e escluidos com inteligência e afeto. Ir no meio de pobres não é somente por doar um pedaço de pão, mas acolher a pessoa com nosso olho intelectual e afetivo a conheco,  é ir dentro da pessoa, é perceber que o outro me lê, me penetra a interioridade.

“Pére c’est pour Dieu que je vous quitte, je vais servir les pouvres” .. È também a nossa chamada.

Realizar isso não é facil. Precisa um tempo por interiorizar, fazer-se presente a si mesmo.

A interiorização é um trabalho porque sem presença de si mesmo a si mesmo não há interiorização e não podemos descubrir  ou outro, fazer pontes e criar uma abertura ao mundo e às realidades.

Somente as pessoas que descubrem seu auto-valor podem ajudar e ter  capacidade de dialogar, escutar e construir com au outro uma liberdade verdadeira. Eu me sento livre quando me vinculo e me comprometo. Assim é possivel reviver o grande relato e o carisma de J.M.Emilie de Villeneuve  e sua experiência de Deus em uma situação historica concreta... È viver nossa  fé que não é dogmatica mas o saber doar-se aos outros cotidianamente e abrir caminhos para o autoconhecimento e para a sensibilidade diante do outro e da grandiosidade do universo.

È criar uma espiritualidade para o compromisso social de cada individuo, é dar resposta a imensa chamada dos desassistidos, lançar uma luz de esperança e iradiar  a fascinação de Deus.

Galli.

 



22/11/2009
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